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A Casa do Povo da Ponta do Sol foi fundada a 1 de Outubro de 1973, pelo regime corporativo, como instrumento de intervenção no meio rural, representação dos trabalhadores agrícolas e animação da comunidade, com vista ao seu desenvolvimento sociocultural, sendo presidida pelo Dr. Agostinho Gonçalves de Canha. Teve como objetivo principal assegurar os benefícios dos agricultores. A 09/04/1975 tomou posse a Comissão Administrativa tendo como presidente o Sr. José Silva Caboz. Estas duas direções foram muito importantes para esta instituição, adaptando novos conceitos e benefícios sociais para os munícipes, como a reforma e a assistência médica, encarando o desenvolvimento rural sob uma nova ótica.

 

Com o 25 de Abril e a Autonomia da Madeira surgiram novos conceitos de Segurança Social e representação profissional dos trabalhadores rurais. E, às Casas do Povo foram atribuídas funções socioculturais e socioeconómicas.

 

A 18/01/1977 tomou posse como presidente o Sr. Ireneu Madalena Andrade. Este presidente e a sua equipa aproveitaram as estruturas existentes e deram apoio às manifestações culturais, recreativas e desportivas, surgindo assim as classes de Ginástica Rítmica, Ballet, Música, Acordeão, Harmónica, teatro e folclore. No desporto promoveu-se o atletismo e as Gincanas (carros, motos e bicicletas). Durante o seu mandato, foram organizados também espetáculos de variedades, Concursos de Presépios e de Fontanários, Marchas, Ceias de S. João e Desfiles de Carnaval.

 

Para o biénio 1984/86 e 87/89 tomou posse como Presidente desta instituição a Sra. Maria Isabel da Silva Serrado. Durante o seu mandato dinamizou a Casa do Povo com diversas atividades, entre elas a patinagem, o ballet, espetáculos de variedades, provas de atletismo e a escola de música. Fundou inclusivamente os Grupos de Folclore infantil e juvenil. Estes grupos foram criados sem apoios públicos, contaram com a colaboração da comunidade, de emigrantes e, muitas vezes, através de rifas e de atuações em festas.

 

Em 1988 Maria Laurência do Serrado Gaspar assumiu os destinos da Casa do Povo, tomando posse depois de ato eleitoral em 1989. Ganhou as eleições para o biénio 1990/1992, gerindo a instituição até 1993. Alguns aspetos importantes marcam o mandato de Laurência Gaspar na Casa do Povo, como por exemplo a criação de um concurso para escolher o logotipo da instituição (a vencedora foi Felizbela Abreu); a criação do Grupo Coral e Instrumental, a dinamização de cursos de formação profissional do Fundo Social Europeu, de cursos de pintura a óleo, de culinária, de fotografia; algumas atividades culturais diferentes e empreendedoras como passagens de modelos e ceias de S. João no Cais da Ponta do Sol.

 

A 16/04/1993 esta Casa do Povo passa a ser gerida pela Dra. Maria Bernardete Olival Pita Vieira, sendo a presidente com o mandato mais longo até hoje: 9 anos a administrar esta instituição e a dinamizar o Concelho da Ponta do Sol. A Dra. Bernardete foi fundamental na criação de projetos de apoio aos idosos e às crianças. Adquiriu, com a colaboração da Segurança Social, uma carrinha para transportar alunos para as escolas e utentes da instituição. Lutou, também, pela criação de uma sede digna, de instalações próprias para a Casa do Povo. Inclusivamente a Casa do Povo, durante o seu mandato, subsidiou o projeto do Centro Cultural John dos Passos.

 

De 2002 a 2006, Eva Sandrina Sousa Perregil é eleita presidente da Casa do Povo. A Prof.ª Eva continuou o trabalho desenvolvido pelas anteriores presidentes, apostando cada vez mais nos passeios a pé, nas formações e nas atividades de verão para crianças; promovendo a Escola de Música e cursos de teatro. Durante o seu mandato a Casa do Povo mudou, finalmente, para as novas instalações tão ansiadas, ocupando-se da aquisição dos materiais necessários para a mudança. Adquiriu também outra carrinha para a instituição que se mantém até hoje.

 

De 2006 a Março de 2013, esta Casa do Povo teve a honra de ter como presidente a primeira técnica ao Serviço do Desenvolvimento Rural, a Dra. Teresinha da Silva dos Santos. Esta presidente teve um papel fundamental na preservação das tradições do nosso Concelho, nomeadamente no que diz respeito à culinária da nossa terra, criando e editando o livro “Sabores da Ponta do Sol”, que se encontra esgotado no momento, tal foi o sucesso que teve no ano em que foi editado, fruto do programa Município da Cultura Ponta do Sol, em 2007.